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Alexandrismo sem espécie

Abril 22, 2011

“Caninamente e Humanamente são apenas advérbios… e como tal, nunca modificam um substantivo: SER.” – Alexandra Oliveira

Quem me dera poder semear, na tua consciência, um pequeníssimo grão, que fosse, da percepção do que transmite o olhar deste cão. Ali, então, da natural essência que te é, a ti e a ele, e a mim, comum – a essência de Ser Vivo – brotaria, fértil, alargado ao infinito, o reconhecimento, sem ervas daninhas de domínio ou de razão, do Ser que Sente – seja ele, em substância, humano… ou cão.

– Imagem (“Melga”) e texto © Alexandra Oliveira (OneLight*®) – Todos os direitos reservados

2 comentários leave one →
  1. J. Carvalho permalink
    Abril 22, 2011 2:23 pm

    Há evidentemente muitas coisas em que nos comunicamos mas também há muitas em que nos descomunicamos .
    Por enquanto eu me esforço por encorajar os homens a reconhecer-se como pertencentes à mesma espécie.
    É que ainda há muitos que não…
    abraço para si
    Geraldes de Carvalho

  2. Alexandra Oliveira permalink*
    Junho 13, 2011 11:21 am

    … sabe, caro Amigo, é que nos falta – à espécie humana – precisamente, a simplicidade dos cães; comunicam todos na mesma língua, seja qual for o país onde se encontrem, ou (como nós) nasçam, ou (como tudo o que nasce) venham a morrer – LADRAM! E… nós não!
    Grande abraço,
    Alexandra

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