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Janelas com vista para sons

Abril 18, 2011

O jardim abre-se-me, hoje, em janelas inefáveis. E reconheço poupas, um cuco, e um rouxinol, com todas as cores, matizes de penas, e sombras de asas em manchas de luz de ramos que não vejo, senão, pelo canto, entrando em catadupas. Pinto-os, em todos os sons. Mas, na última janela, estranhamente, pinta-se-me, apenas, o coachar ausente das rãs.

Imagem e Texto © Alexandra Oliveira (OneLight*®) – Todos os direitos reservados

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