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Alexandrismo (evasão improvável)

Abril 7, 2011

Tal como o dia demora, por vezes, a desembrulhar-se do nevoeiro que ilusoriamente lhe contém o despertar, agasalhando-o numa surdez tão apócrifa como balsâmica, e numa suspensão acolchoada da visão do que, não obstante, se solta – porque é fracção – do todo de si próprio… também o meu momento se demora, em certos dias, no resguardo improvável da fadiga do que foi. Como se fosse provável evadir-me de ser, para antes de mim própria…

– © Alexandra Oliveira (OneLight*®) – Todos os direitos reservados

(Imagem de “The Allknowing Fog”)

One Comment leave one →
  1. niebro permalink
    Abril 10, 2011 11:01 pm

    porqui ando, Alexandra, anque nun déixen rastro ls passos, mas siempre las palabras se úpen a aguantar cun sue choupa l zatinado arrebalar de ls dies: bien haias.

    amadeu ferreira

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