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Manhã de todos (e de ninguém, senão minha)

Dezembro 26, 2010

(Inspirado numa de muitas conversas com o Joseph)

Manhã de todos; e de ninguém, senão minha, esta quietude – no entanto buliçosa como uma toca, prestes a soltar, da noite que foi, todos os pequenos AGORAS que serão. De ninguém, senão minha, esta constância de me saber inconstante como o tempo, que há muito explodiu naquela estrela que ontem todos viram como se fosse hoje. E esta coerência, improvável mas perfeita, afinal – da percepção que é minha, e de mais ninguém, da manhã que cada um percebe como sua, na manhã de todos.

– © Alexandra Oliveira (OneLight*®) – Todos os direitos reservados

(Imagem de Vladimir Kush)

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