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Espaçamentos

Fevereiro 21, 2009

mutations

Um dia, fui; com a indiferença de todas as ausências habitadas; com os ecos dos soalhos vazios de passos; com a inobservada proximidade de uma suspensão. Mas continuei; com a surdez da calma depois da tempestade; com a alheada certeza dos vestígios não específicos; com a invisibilidade dos escrutínios numerados. E voltei; com a displicência de todas as presenças acidentais; com a subtileza dos ressuscitados dados por mortos; e sem um adeus, para começar.

– Arte digital “Mutations” e texto: © Alexandra Oliveira (OneLight*®) – Todos os direitos reservados

– Acerca do © Copyright

Outras “(Geo)grafias Inerentes”

2 comentários leave one →
  1. Fevereiro 23, 2009 11:17 am

    nunca há um adeus. apenas um até já. um até já com um beijo fofo.

    jorge

  2. Alexandra permalink*
    Fevereiro 24, 2009 11:26 am

    e há também muitos olás (sem ser gelados…) com beijos docinhos! :0)
    Alexandra
    (como vai o teu “trasteio”? já vi que tens lá muitos pedidos de números! vivam as queijadas de sintra!)

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