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Tragos (de Fevereiro)

Fevereiro 1, 2009

“…o que levas aí? Para lá do que responde
Fevereiro…” – José Gil

Não levo, trago-me; para que de um trago me tragues, Fevereiro que me transbordas sem castidade alguma para lá dos charcos esperançosos – logo, verdes – do sol que já despe, de Inverno, a pele. Vês, como, de folha, trago, no peito, nas pernas, o quebranto de já ter despontado, repetidamente húmida, na levada das manhãs? São as flores do princípio, e as uvas serão, mas no fim, não. Que aqui o doce é trago que não cessa ao fundo do corpo, do copo…

– © Alexandra Oliveira (OneLight*®) – Todos os direitos reservados

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