Skip to content

Sejam muito bem aparecidos

Outubro 21, 2008

Sejam muito bem aparecidos, todos, os confrades, os amigos, os conhecidos, e os recém-chegados; os curiosos, sejam eles passivos, activos, ou reactivos; os empáticos e os desprendidos, os interessados e os indiferentes; os hesitantes e os resolutos, os tímidos e os audazes; os flexíveis e os inabaláveis, os invariáveis e os versáteis; os serenos e os inquietos, os impetuosos e os ponderados; os simples e os complexos, os naturais e os sofisticados; os criativos e os que não o são, os extravagantes e os sóbrios; os circunspectos e os divertidos; os que não se enquadram e os que sim, e os que mais ou menos. Apareçam mais vezes!  

4 comentários leave one →
  1. Outubro 21, 2008 5:25 pm

    alexandra

    noto que está a reagir à tempestade de uma forma conveniente.
    é um espaço muito interessante e, desde já, desejo-lhe boa sorte e sucesso para este sítio.

    um beijo grande

    José Félix

  2. Outubro 21, 2008 11:37 pm

    e os que luzem
    e os que caminham na sombra

    os que abraçam
    os que beijam no ar

    os que caminham
    os que se deixam ficar

    os que são poetas
    os que se deixam levar pela poesia dos outros.

    um grande beijinho e parabéns por este blog maravilhoso. já tá um link teu no meu e tás autorizada a colocar o meu nome aí também

    um abraço muito luminoso
    jorge

  3. alexandraonelight permalink*
    Outubro 22, 2008 12:14 pm

    José Félix,
    Da(s) tempestade(s), subsiste uma espécie de “sistema frontal”, que uma vez ou outra se manifesta num temporal, numa trovoada, ou numa “vista” de nuvens escuras… mas, uma vez ou outra, e por outro lado, em chuva, que é boa, e em sol, que é preciso e sabe bem! E, através de tudo isto, escrever, ler, reler, reescrever, é, como diz o Jorge, caminhar; ou seja, “pantha rhéi”, sempre!
    Muito e muito obrigada pela sua visita e pelas suas palavras. Espero que volte(m) muitas vezes!
    Um beijo grande também para si,
    Alexandra

  4. alexandraonelight permalink*
    Outubro 22, 2008 12:38 pm

    Jorge,
    … e os doces, como tu, e (fazendo um paradoxo com as tuas palavras) os que, também como tu, caminham na luminosidade das suas sombras e se encontram nas sombras da sua luminosidade, porque se lembram dessa evidência primordial: a de que a ausência/presença simultâneas da Luz configuram (são) a essência do Ser.
    Que esta nossa dualidade/unicidade se cruze sempre, ao longo do caminho!
    Um agradecimento infinito, com um beijo de (plena) luz!
    Alexandra

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: